A Linguiça – Arnaldo Jabor

A LINGUIÇA

Arnaldo Jabor

À medida que envelheço e convivo com outras, valorizo mais ainda as mulheres que estão acima dos 30.
Elas não se importam com o que você pensa, mas se dispõem de coração se você tiver a intenção de conversar.
Se ela não quer assistir ao jogo de futebol na tv, não fica à sua volta resmungando, pirraçando…
Vai fazer alguma coisa que queira fazer… E geralmente é alguma coisa bem mais interessante..
Ela se conhece o suficiente para saber quem é, o que e quem quer.
Elas definitivamente não ficam com quem não confiam. Mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem.
Você nunca precisa confessar seus pecados… Elas sempre sabem…
Ficam lindas quando usam batom vermelho. O mesmo não acontece com mulheres mais jovens… Por que será, hein??
Mulheres mais velhas são diretas e honestas. Elas te dirão na cara se você for um idiota, caso esteja agindo como um!
Você nunca precisa se preocupar onde se encaixa na vida dela. Basta agir como homem e o resto deixe que ela faça…
Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 anos!
Infelizmente isto não é recíproco, pois prá cada mulher com mais de 30 anos, estonteante, bonita, bem apanhada,
sexy e resolvida, há um homem com mais de 30, careca, pançudo em bermudões amarelos, bancando o bobo para
uma garota de 19 anos…
Senhoras, eu peço desculpas por eles: não sabem o que fazem!
Para todos os homens que dizem: ‘Por que comprar a vaca, se você pode beber o leite de graça?’, aqui está a novidade para vocês:
Hoje em dia 80% das mulheres são contra o casamento e sabem por quê?

Porque ‘as mulheres perceberam que não vale a pena comprar um porco inteiro só para ter uma lingüiça!’

Maestros, Obras-Primas & Loucura

Comprei neste final de semana o livro “Maestros, Obras-Primas & Loucura: A Vida Secreta e a Morte Vergonhosa da Indústria da Música Clássica” de Norman Lebrecht (Editora Record).

Como estou bem no começo (mesmo já achando super interessante a abordagem do autor), ainda não tenho uma crítica completa do conteúdo. Por isso, transcrevo a resenha que li no Blog do João Luiz Sampaio:

O fim de tudo? Não exatamente

Maio 29, 2008

Na semana que vem chega às livrarias a tradução para o português do livro mais recente de Norman Lebrecht, “Maestros, Obras-Primas & Loucura: A Vida Secreta e a Morte Vergonhosa da Indústria da Música Clássica” (Record). O título, traduzido da edição americana, é equivocado – não é a indústria da música clássica que morreu mas, sim, segundo o autor, a indústria de gravações de clássicos.

É certo que Lebrecht quer provar que não dá para pensar no mercado musical do século 20 sem concluir que a indústria dos discos foi fundamental em sua construção, alterando e moldando não apenas o repertório mas o tipo de interpretação que dele se espera. Seria possível, então, concluir que, com o fim dos CDs, acabaria o mercado também. Certo?

A obra de Lebrecht está repleta de silogismos como esse, que levam a previsões catastróficas mas que, no final das contas, são mais exacerbações, com o objetivo de explorar inúmeras possibilidades de pensamento, que verdades ou previsões absolutas. Se a indústria acabou, a música gravada não parece estar chegando ao fim mas, sim, entrando em outro contexto, outra situação tecnológica. Enfim, logo vou voltar à obra no jornal e falo mais do assunto.

Digo só que, colocada essa restrição, o livro é interessante, nos apresenta diversos personagens pouco conhecidos e obscuros do mundo das gravações, além de fornecer números curiosos e impressionantes. Por exemplo: sabe qual o disco mais vendido da história dos clássicos? Callas? Karajan? Três Tenores? Não, é o “Anel” de Georg Solti. Em breve, conversamos mais sobre o tema.”

Depois que eu acabar de ler, deixo minha opinião!